Dia 2

O segundo dia do mês nunca mais será um dia comum para mim.

O motivo é simples: tornei-me um homem casado no dia 02/08/2014.
Hoje faço um mês de casado e gostaria de fazer uma homenagem a minha esposa.

Camila,

Nenhuma palavra que eu colocar aqui será suficiente para explicar como tem sido este mês.
São apenas 30 dias juntos, mas você já teve que ficar ao meu lado no momento da doença e me senti amado de uma forma que eu jamais poderia imaginar.
Toda minha vida é nova e a cada dia que passa sinto que meu amor cresce.
Sei que de todas as decisões da minha vida, a mais correta de todas é de ter escolhido você como minha esposa. Tenho orgulho de cada conquista nossa, principalmente passar cada noite juntos… rsrs… Tenho orgulho de suas conquistas individuais. Sempre soube que você era maravilhosa, mas eu não poderia imaginar que fosse tanto.IMG_20140806_102552139
Amo seu jeito, amo cada detalhe de sua pessoa, amo cada minuto com você.
Espero ser motivo de orgulho para você e que estes 30 dias, se transformem em 30 anos e se multipliquem ilimitadamente.

Perdoe-me por não estar em um dia inspirado, perdoe-me por não ser um poeta e nem um grande escritor, mas aceite a minha sinceridade e acredite que estar com você é tudo que eu mais quero na vida!

Folofow!

We are a family 5

Continuando o post sobre família irei falar de algo que aparentemente não tem nada a ver com ela.

Quebra de paradigmas.

No mundo corporativo, vemos esta expressão aos montes, então vamos entendê-la e aplicá-la ao ambiente familiar.

A melhor definição que encontrei para paradigma está no Wikipedia…

“Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas.”

Seguindo esta linha de pensamento, a quebra de paradigmas seria a criação de novos padrões a serem seguidos. Beleza, você já é um especialista em quebra de paradigmas!

Mas vamos analisar o paradigma como um pressuposto filosófico. Traduzindo essa expressão da forma mais simplória possível este pressuposto nada mais é que preconceitos. Lembram quando eu falei sobre as pessoas acharem que eu era o mesmo garoto inconsequente de 12 anos de idade? Pois é, este é um dos primeiros paradigmas familiares.

Outra coisa legal a se observar é o paradigma como uma teoria, lembram-se daquelas pessoas que falam: “sempre foi assim”? Ou mesmo aqueles que falam: “meu avô era assim, meu pai é assim e eu serei assim até morrer?” Mais um paradigma clássico no meio da família.

Seguindo essa descrição, podemos ver um detalhe importante e motivo pelo qual eu achei que a definição do Wikipedia é a melhor para paradigma: “referência inicial como base de modelo”. Este ponto me chama muita atenção, por tratar de algo inicial e base. Ninguém vive sem paradigmas. A própria existência humana é condicionada a certas regras que a nós cabe somente pressupor a razão. Mas quando reconhecemos que os paradigmas devem servir como base, ou uma referência, acreditamos que a partir deles nós podemos melhorar e superar os limites impostos por nós mesmos quando assimilamos ou criamos tal paradigma. Para este caso, quebrar paradigmas, não é destruir um padrão e criar um novo, mas sim, definir limites iniciais e superá-los gradativamente.

Em resumo podemos dizer que quebrar paradigmas é seguir longe em uma estrada, porém, um passo por vez.

We are a family 4

Continuando a série sobre família…
Já falei sobre hierarquia familiar e sobre reconhecer as características mais marcantes dos familiares. Agora tenho que dizer sobre conhecê-los efetivamente.
Como eu disse no post anterior, usando minha familia como exemplo, tive muitos problemas de relacionamento por causa da imagem ultrapassada que meus familiares tinham a meu respeito. Porém, não foi apenas isso que deixou o relacionamento quase insuportável.
Quando eu separo a idéia de conhecer aos próprios familiares, delimito dois pontos para conhecimento. Com isso, eu quero ressaltar que não adianta conhecermos as características de uma pessoa, temos que conhecer as necessidades delas. Mesmo que uma família compreenda bem as características de cada um, o relacionamento pode continuar terrível caso as pessoas não consigam identificar suas necessidades.
Conhecer as características de alguém, é uma forma de manter a coesão e a coerência do ambiente familiar. Conhecer as necessidades desse mesmo alguém, é manter a união, a unidade e o companheirismo.
Por muitas vezes eu vi esses conhecimentos conflitarem entre si. O exemplo mais adequado a esta situação está em uma irmã que tenho. Uma característica muito marcante nela é o individualismo. Em contrapartida, a maior necessidade dela é o afeto. Coisas que podem num primeiro momento serem até contraditórias, mas que ao passar do tempo percebemos que não são bem assim.
O grande problema que vejo nesta situação (e posso falar que isso é aplicável não apenas ao relacionamento familiar) é que as pessoas tem a tendência de não observar a necessidade do outro, por se contentarem apenas com a imagem externa e superficial que ele demonstra.
Conhecer as principais necessidades de alguém não é fácil, principalmente quando existe um laço familiar. Não sei se vocês repararam, mas, em geral, temos um enorme preconceito com nossos familiares. Isto tudo é culpa do que disse no item anterior. Porém, se não mudarmos aquele conceito, não teremos a mente aberta para nos atentarmos a este.
Talvez agora, finalmente esta série de posts comece a fazer sentido.
Podemos fazer uma gradação dos passos para uma mudança familiar desta forma:
– Conheça a si mesmo;
– Compreenda a autoridade e responsabilidade de cada membro da família;
– Reconheça as qualidades de cada membro da família;
– Conheça as necessidade de cada um.
Semana que vem eu falo sobre o último item…

We are a family 3

Relembrando o primeiro post sobre família.

“O terceiro ponto importantíssimo é identificar o papel de cada membro da família no convívio de todos. Tem aquele que é responsável pelo pensamento racional, outro pelas brincadeiras, outro é aquele que tem a capacidade de te irritar instantaneamente e por aí vai. Este conhecimento é fundamental para a gestão de crises.

Como a família é uma célula pequena, duas pessoas apoiando a mesma idéia já se tornam maioria e com um poder de influência maior, então, se estamos numa crise emocional, escolha se aproximar do elemento racional de sua família, assim as outras pessoas penderão a acompanhá-los e acharão uma solução mais rápida para essa crise.”

Este conhecimento sobre o papel de cada um é bem genérico. Trata-se apenas de reconhecer as características mais marcantes de uma pessoa.
Sabe quando você olha pra uma pessoa e sente paz? Ou quando você olha pra uma pessoa e acredita que ela tenha resposta pra tudo?
É disso que eu estou falando. Dessas características que saltam aos olhos.
Talvez você me diga que isso é muito óbvio, porém, hoje eu vejo que a maioria dos integrantes da família, vivem de imagens do passado.
Vou exemplificar usando minha família:
Eu fui muito intempestivo durante minha adolescência, completamente colérico e explosivo. Eu era tão nervoso e inconsequente, que era chamado na escola de bactéria desenvolvida, pois era muito pequeno e conseguia bater até nos caras conhecidos como brigões na escola. Cheguei ao cúmulo de quebrar o braço em uma briga.
Com o passar do tempo, comecei a controlar meus impulsos, passei a ser mais concentrado, mais tranquilo, tento tanto manter meu tom de voz indiferente que alguns amigos falam que eu não tenho sentimentos.
Durante muito tempo, minha família continuou me olhando como se eu fosse o mesmo moleque inconsequente de 16 anos atrás e isso gerava muitos conflitos.

As vezes temos que olhar como se fôssemos de fora da família para enxergar como realmente nossos familiares são.

Quando realmente conseguirmos identificar essas características de nossos familiares, iremos aprender como duas pessoas apoiando uma idéia serão influência para todos os outros.

We are a family 2

Continuando o post de semana passada…

Anteriormente eu falei sobre 5 coisas básicas que temos que saber para começarmos a agir com o objetivo de transformar a nossa família.
Devido a complexidade do assunto, decidi que para cada um dos 5 pontos citados (exceto o 1º) eu irei escrever dois posts exclusivos sobre eles, no primeiro descreverei de forma um pouco mais detalhada o que você deve ter em mente sobre esses pontos e no segundo post citarei algumas ações que podem ser tomadas com base nos conhecimentos divulgados aqui.

Sobre o primeiro ponto eu não vou escrever um post específico, como eu disse anteriormente, o blog inteiro tem como objetivo o auto-conhecimento (o que é completamente diferente de auto-suficiência).

Então, vamos para a segunda coisa importante que se deve saber para transformar sua família.

A família é a célula básica da sociedade, desmantelá-la, desconfigurá-la, enfraquecê-la é a forma mais simples de destruir toda uma sociedade, uma etnia, uma nação, um país, o mundo humano, etc. E falar sobre convivência familiar, pontuando sobre hierarquia familiar, é necessário em um mundo dominado pelos extremos é colocar a mão à palmatória, mas acredito que tem que ser dito.

Abro um parêntese aqui: Tudo que eu vou escrever a partir de agora será de forma geral, tentando abrangir a forma mais simples e comum do ambiente familiar, considero sempre que existem exceções, porém não irei me ater a elas, caso você sinta a necessidade de ajuda para transpor estes conceitos a sua realidade, pode entrar em contato comigo que eu tentarei ajudá-lo.

Esta célula deve ser composta, em sua forma mais básica, por marido e mulher e posteriormente filho, ou filhos (indiferente se são co-sanguíneos ou adotados). Existem muitas variações na constituição da família e cada uma delas mereceria destaque, porém não vou detalhar cada vertente familiar existente (avós, primos, agregados, etc).

Apresentarei minhas observações de ordem inversa ao aparecimento na família, classificando na forma de uma pirâmide, onde quanto mais elevado o posto, maior a autoridade e responsabilidade. O objetivo dessa inversão vocês entenderão ao final.

Na base da pirâmide hierárquica familiar estão os filhos, que devem ser instruídos a se respeitarem mutuamente, devendo observar a diferença de idade, até que a mesma não faça diferença. O respeito deve ser igualitário, porém cabe aos mais velhos maiores responsabilidades e por consequência, maior autoridade.

Obviamente, podemos ter outros referenciais para consolidarmos essa hierarquia, contudo, a regra da responsabilidade deve ser mantida: Quanto maior a responsabilidade, maior a autoridade. Com o passar do tempo, as responsabilidades devem ser divididas e os irmãos serem postos em posição igualitária, de forma que não haja autoridade de um sobre o outro, mas sim autonomia individual e companheirismo entre eles.

Os filhos devem reconhecer a autoridade dos pais e respeitá-los incondicionalmente. Não importa se seus pais não prestam, eles foram responsáveis pelo seu nascimento e você deve ter respeito pelos mesmos. Afrontas, agressões verbais ou físicas jamais devem partir dos filhos.

Os pais, como conjunto, devem assumir a responsabilidade sobre os filhos, e a principal forma é “não apenas entregar-lhes o peixe, mas ensinando-os a pescarem”. A autoridade dos pais consiste basicamente em tomar decisões pelos filhos enquanto eles não tiverem idoneidade para isso e orientá-los nas decisões posteriores. O comprometimento dos pais na educação pessoal dos filhos deve ser a maior responsabilidade dos mesmos e esta não está relacionado a levar o filho a escola. Está na educação “de berço”, aquela responsável por definir o caráter dos filhos. O que você acha de consolidar os dois parágrafos? A autoridade exercida sobre a vida do filho já começa do berço. Então eles descidem as coisas desde o momento que os filhos são bebês.

Ouso dizer que o maior défict de educação no Brasil não é aquela que os governantes nos negligenciam, mas sim aquelas que nossos pais nos negaram.

Entre os pais, a regra responsabilidade/autoridade deve ser respeitada, porém com uma ressalva: a autoridade dos dois não devem conflitar entre si, mas devem ser somadas, de forma que nenhum dos dois retire a autoridade do outro. Um exemplo clássico: o filho pede algo a mãe, ao ver seu pedido negado por ela, o filho se dirige ao pai que lhe concede o pedido.

Tentei sintetizar e simplificar o mecanismo funcional de uma família, porém ela é algo muito mais complexo que eu posso descrever aqui.

Estes são os conhecimentos básicos sobre a hierarquia familiar. Como não sou casado, me reservo ao direito de não falar sobre hierarquia dentro do conjunto marido/mulher, embora tenha feito muitas observações e pesquisas durante toda minha vida, esperarei até ter alguns anos de casado para que possa falar sobre esse conjunto separadamente (talvez alguém queira fazer um post sobre este assunto em especial, estou aberto a sugestões).

Voltarei neste assunto em quatro semanas, enquanto isso, vocês terão mais três itens de conhecimento para acumular.

Até breve…

We are a family

Escrevendo o post de quarta passada eu coloquei uma citação que me motivou a escrever o post de hoje.

Em um determinado momento eu falei que contribuí para uma família maravilhosa. Então me veio o estalo na mente: por que não falar sobre como transformar sua família?

Pois bem…

Para começar, precisamos nos conhecer. De nada vai adiantar você lutar para ter uma excelente família, se você não sabe o que quer, ou o que necessita dela. Como eu costumo dizer: “para quem não sabe aonde ir, qualquer lugar serve”.

Quanto ao conhecimento de si mesmo, o blog já fala muito sobre isso, então não vou tecer nenhum comentário aqui.

O segundo ponto, talvez controverso, seria o número 1 em matéria de importância, se eu não fosse uma pessoa que defendesse que o conhecimento de si mesmo como ser humano é metade do caminho para a solução de qualquer problema de ordem sentimental e espiritual (sobre espiritualidade talvez eu fale numa segunda-feira). Este ponto trata do reconhecer a hierarquia e autoridade familiar.

A família deve possuir uma hierarquia bem definida: os pais estão acima dos filhos e detêm autoridade sobre eles. Pai e mãe tem que liderar os filhos (sem abusos é claro) e os filhos precisam compreender isso (este ponto carece de mais de um post para explicá-lo, então fica aqui apenas esta introdução).

O terceiro ponto importantíssimo é identificar o papel de cada membro da família no convívio de todos. Tem aquele que é responsável pelo pensamento racional, outro pelas brincadeiras, outro é aquele que tem a capacidade de te irritar instantaneamente e por aí vai. Este conhecimento é fundamental para a gestão de crises.

Como a família é uma célula pequena, duas pessoas apoiando a mesma idéia já se tornam maioria e com um poder de influência maior, então, se estamos numa crise emocional, escolha se aproximar do elemento racional de sua família, assim as outras pessoas penderão a acompanhá-los e acharão uma solução mais rápida para essa crise.

Em quarto lugar está o conhecer a cada membro da família. A diferença entre os terceiro ponto e este é que o anterior trata de algo superficial, das aparências, daquilo que ao longo dos anos ficou marcado sobre aquela pessoa e que você por negligência não procurou saber a razão de ser.

Devemos sim conhecer quais são os pontos fortes e fracos, as carências e os excessos de cada um, tente quebrar o gelo no qual seus familiares se isolam. Tente criar uma conexão com essas pessoas além da sanguínea. Traduzindo: Escolha ser amigo deles.

O quinto ponto é aprender a quebrar paradigmas.

Até este momento tudo que eu escrevi aqui trata de conhecimentos que você deve ter antes de tentar agir para mudar seu lar. Uma viagem sem um adequado planejamento, terá um gasto desnecessário e acabar se transformando em um tiro no pé.

Então…

Já possuem esses conhecimentos citados anteriormente?

To be continue…

E aí? Beleza?

Há quem diga que a beleza está nos olhos de quem vê, outros pedem desculpas as feias por ser algo fundamental, mas… o que é beleza?

Segundo o dicionário, beleza é perfeição agradável à vista e que cativa o espírito.

Acho interessante o fato de além de ser agradável à vista, a beleza ser capaz de cativar o espírito. Hoje em dia, vemos muita beleza superficial, pessoas lindas por fora, que agradam e muito aos olhos, mas que não conseguem atingir o nosso espírito.
Não sei se vocês já tiveram essa sensação de reconhecer que uma pessoa é muito bonita, mas não conseguir sentir nenhum tipo de atração por ela. Eu já passei várias vezes e nunca achei estranho isso.
O mundo tem caminhado em alta velocidade para se tornar um lugar cheio de belas pessoas feias.
É importante cuidar da aparência sim. Nós temos que melhorar nosso exterior, seja com um novo corte de cabelo, um cuidado com o corpo, uma maquiagem ou qualquer outra coisa.
Porém nada vai adiantar se não conseguirmos cativar o espírito das pessoas. Para que isso aconteça, devemos inverter os valores da sociedade, devemos aprender a ser mais do que rostos bonitos na tv.
Devemos ser aquelas pessoas que a presença é agradável e a ausência é sentida. Devemos trazer alguma transformação ao interior das pessoas que nos cercam.
Talvez você diga: “Ele fala isso porque é feio!”
Eu te respondo: “Pelos padrões instituídos pela sociedade eu posso ser considerado feio, mas eu me olho no espelho, penso em tudo que eu faço, lembro de todo o sentimento colocado em cada palavra escrita neste blog e afirmo: Eu sou lindo!”
Consequentemente não tenho problemas de auto-estima baixa, possuo amigos leais e verdadeiros, ajudei a transformar minha família em uma família maravilhosa e encontrei a namorada ideal (se não for perfeita).
Então…
Sintam-se lindos, cuidem de sua aparência, mas muito mais que isso, cuidem de seu espírito, porque é pelo seu espírito que você vai conseguir cativar outro.

PS: Aceito sugestões para novos posts…

Me, my self and I

Egocentrismo
A história do post de hoje é um tanto quanto interessante, porém, ficará reservada a uma pessoa por enquanto.
Não me lembro de ter falado sobre este sentimento tão evidente em nosso cotidiano, então vamos lá.
Como de costume, vamos a definição da palavra:

egocentrismo
(ego + centrismo)
Qualidade do que é egocêntrico. = EGOLATRIA

ego
1. [Psicologia] Na teoria freudiana, a personalidade psíquica do indivíduo, de que este está consciente e que exerce a função de controlo sobre o seu comportamento.
2. Núcleo da personalidade do indivíduo.
3. Conceito que o indivíduo tem de si mesmo.
4. Consideração ou apreço exagerado que alguém tem por si mesmo. = EGOTISMO

centrismo
Tendências políticas do centro.

Interessante a definição de centrismo falar sobre política. No sentido literal, a política trata de assuntos relativos ao governo das nações, porém, no sentido figurado, temos:
Modo de haver-se, em assuntos particulares, a fim de obter o que se deseja. Esperteza.

Munidos destas informações, podemos resumir que o egocentrismo é a motivação para agir de forma a obter tudo aquilo que seu eu deseja.
Pela definição e morfologia da palavra o egocentrismo não é algo ruim.
Mas quando passamos para o seu real significado vemos que é um grande problema para a nossa vida.
Egolatria é sentir-se o centro do universo, acreditar que tudo que acontecer tem que ser para o favorecimento próprio. Neste âmbito entra a política. Você vai tentar manipular a situação e as pessoas para que elas façam apenas o que você quer.

Agir de forma a proteger os seus próprios interesses é uma atitude inerente ao ser vivo. São poucos animais que tem tendências suicidas.

O grande problema é quando não conseguimos olhar pro benefício de quem está a nossa volta.

O ser humano é um ser social e portanto necessita viver em sociedade. Então, como viver em sociedade se somente sabemos olhar nosso próprio umbigo?

Não vou falar que devemos nos despojar de todo o egoísmo, muito menos afirmar que devemos ser apenas altruísta.

Mas com certeza, o dia em que soubermos equilibrar esses dois pontos, seremos um ser humano daqueles que todas as pessoas gostam de ter por perto.

Acho que está bom por hoje…

Respire…

A falta de inspiração.
Tenho passado por uma onda de falta de inspiração, então decidi falar sobre isso (Ainda bem que a inspiração dos textos de segunda não provém de mim).
Então vamos começar pelo significado de inspiração:
1 – Ação de inspirar ou ser inspirado.
2 – Ação pela qual o ar penetra nos pulmões.
3 – Conselho, sugestão
Não pegarei todas as definições, vou apenas incluir um significado de “inspirar”:
1 – Fazer o ar adentrar aos pulmões.
2 – Fazer nascer o entusiasmo criador.
Biologicamente, a inspiração é algo fundamental para a vida dos seres heterótrofos. Através dela torna-se possível a troca gasosa que elimina o CO2 e obtêm o O2 que é a principal fonte de energia celular. Ressaltando que a inspiração é componente da respiração e precisa ser sucedida pela expiração (se você somente inspirar, vai acabar explodindo).
Observação: Não sou especialista em biologia, então sintam-se a vontade para me corrigirem caso eu tenha dito alguma bobeira aqui.
Mas de um jeito ou e outro, seja no âmbito biológico ou no sentido figurado, uma coisa é certa: A inspiração é algo que vem de fora e é assimilado pelo interior, produzindo resultados externamente visíveis.
Pensando desta forma eu chego a este parágrafo e tenho que entrar em contradição com o primeiro. Eu não estava sem inspiração, eu não estava atento as coisas ao meu redor que podiam me inspirar, ou talvez não estava permitindo que as coisas ao meu redor se aprofundassem em minha mente ao ponto de me levar a ter um entusiasmo em criar algo.
As vezes vivemos uma vida superficial, não permitindo que o O2 inspirado chegue aos alvéolos pulmonares e entrem em contato com a corrente sanguínea e substitua o CO2, assim vamos sufocando aos poucos o nosso entusiasmo criativo. Talvez a sua falta de inspiração, não seja a superficialidade das nossas vidas, talvez seja porque mergulhamos em outra substância ou em tanto o2 que nosso organismo não consegue absorver.
Quer ter inspiração para fazer o que deve ser feito? Preste atenção as coisas ao seu redor. Tire um tempo com as pessoas que realmente importam pra você, ouça conselhos, músicas, piadas, histórias.
Permita que as coisas boas cheguem até sua alma e passem pelo seu cérebro de forma a serem analisadas.
Porém, assim como na respiração devemos inspirar o ar e depois expelir o ar, pegue essas coisas e comece a produzir, externe essa inspiração, transforme todo o conhecimento ao seu redor em algo visível (ou audível, ou degustável, wherever…), assim, você estará renovando sua inspiração e aprendendo a se inspirar novamente, além de se tornar um meio de inspiração a outras pessoas.

PS: Querem saber porque eu estava sem inspiração?
Perguntem então…
http://ask.fm/Snebur84

Contágio…

Hoje eu me propus a falar sobre confiança.

Como de praxe, pesquisei no dicionário o significado e acabei me surpreendendo com o que encontrei:

Confiança

1. Coragem proveniente da convicção no próprio valor.
2. Fé que se deposita em alguém.
3. Esperança firme.
4. Atrevimento.
5. Insolência.
6. Familiaridade.

Eu até pensei em fazer uma brincadeira de palavras alegando a junção de “com” e “fiança” pra justificar a palavra, mas acho que destrinchar a definição do dicionário será mais interessante.

Vamos começar de trás pra frente.

A familiaridade é algo que de tão conhecido, se torna parte integrante da sua vida sem que você mesmo perceba. Acredito que os habilitados aqui se lembram quando começaram a dirigir. Era um tanto complexo prestar atenção em todos os detalhes do carro e do trânsito a volta, com o passar do tempo, isso tudo se tornou tão familiar que você nem percebe quando olha no retrovisor, quando aciona a seta, quando chega a hora de passar marcha (claro que estou dizendo numa situação ideal, não me esqueço que existem muitos rodas duras por aí…). Isso é familiaridade, acostumar-se tanto com certa situação ao ponto de nem perceber que precisa desprender muita energia para executar uma tarefa.

A insolência e o atrevimento como confiança são coisas que posso associar a minha pessoa. 95% das pessoas que me vêem, acreditam que eu seja chato, metido, prepotente, arrogante, cheio de mim e por aí vai. Depois de me conhecerem elas passam a ter certeza, mas isso não vem ao caso… (neste ponto vocês devem sorrir…). Por conhecer minha capacidade de argumentação, sempre que entro em um debate, tenho a tendência a manter a linha e reverter a situação a meu favor. Outra característica marcante é o uso de uma linguagem menos coloquial no falar, causando a impressão de ser esnobe. Tudo isso reflete apenas uma confiança adquirida por anos de estudo e envolvimento com todo o tipo de pessoas.

Esperança firme, nada mais é que fé. Então, como eu já falei sobre fé, não serei redundante.

Porém, depositar fé em alguém é algo que deve ser dito. Sem confiança não existe relacionamento então devemos aprender a confiar nas pessoas. Acreditar no que elas podem fazer. Confiar em alguém é como dizer a ela: “Eu estou com você, sei que você é capaz e estaremos juntos celebrando sua conquista!” Os maiores incentivos que recebi vieram de simples demonstrações de confiança.

Estou sendo muito superficial hoje, mas meu objetivo maior é falar sobre a coragem proveniente da convição no próprio valor.

Existe um motivo pelo qual esta é a primeira definição de confiança. De nada adiantará você ter todos os outros itens, se antes de tudo não houver conhecimento de seu próprio valor e uma convicção tão absoluta neles que fará com que você tenha a coragem suficiente para enfrentar o que quer que seja.

Em outras palavras (agora serei redundante), conheça a si mesmo, fortaleça seus princípios, criando valores próprios por eles e não permita se abalar.

Não se envergonhe de ser quem é.

Assim você desenvolverá uma coragem capaz de acreditar nas pessoas e superar as decepções, vivendo uma vida plena e firme, tendo esperança que mesmo que as coisas estejam dando errado, elas vão melhorar. Atrevendo-se a defender suas opiniões perante a todos os que tentam te subjulgar, de uma forma tão familiar que, mais do que insolente, as pessoas vejam em você um porto seguro, um alguém em quem se espelhar e uma base para fazê-las acreditarem em si mesmas, causando uma verdadeira epidemia de confiança ao seu redor.